Ótimo post sobre Branding - cortesia CHMKT

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Como mensurar a relação das pessoas com a sua marca?

Cada vez mais, as empresas vem exigindo mecanismos para mensurar o desempenho da comunicação e do marketing. E as agências tem sofrido muito com isso. No entanto, as possibilidades de mensuração são várias. Dependem do objetivo da comunicação e do marketing, que se desdobrará em métricas e indicadores a serem utilizados.

O engajamento é uma linha de atuação que vem conquistando um espaço bem interessante. É uma proposta que vai além da venda, focando no ciclo de vida da marca. Engajamento, segundo o instituto Forrester – que lançou um report sobre o tema em 2009 – é o ‘nível de envolvimento, interação, intimidade e influência que um indivíduo tem com uma marca ao longo do tempo’.

O Fabiano Coura, da Neogama BBH, tem um e-book bem interessante sobre o tema, com 10 ‘mandamentos’ para desenvolver uma ideia engajadora, ou seja, que pode levar a esse tipo de resultado. Pra ler, é só clicar aqui. Vale a pena.

Mas como mensurar esse engajamento?

Não tive acesso ao material completo do instituto Forrester, que poder ser comprado aqui, mas, com a leitura de diversos artigos que encontrei no Google, resumi as possibilidades de métricas qualitativas e quantitativas para que você acompanhe o nível de engajamento do seu público com a sua marca. Vamos lá.

Envolvimento

É a presença de uma pessoa nos vários pontos de contato com a marca. Inclui métricas como:

• Visitantes no site ou aplicativo.
• Page views ou equivalentes por visitante.
• Tempo gasto por sessão.
• Visitas repetidas.
• Freqüência de visita.
• Assinaturas a publicações, e-mail, RSS, ou outros serviços.
• Uso de aplicativos mobile.
• Tempo vendo vídeos online.
• Visitas a lojas.
• Conhecimento de marca.
• Participação em eventos, ações de ativação e promoções.
• Consumo de conteúdo em geral (TV, rádio, etc).

Segundo o instituto, as empresas devem entender o envolvimento por uma perspectiva cross-channel, integrando dados de fontes online e offline – cruzando, por exemplo, Web Analystics, dados de inscrição em sites e pesquisas com consumidores com dados de audiência de terceiros, como Nielsen ou comScore.


Interação

É o conjunto de ações que uma pessoa toma enquanto presente nesses pontos de contato. Pode incluir métricas como:

• Ações dentro de uma página da internet.
• Número de vídeos assistidos.
• Contribuições em comunidades.
• Ratings (notas dadas a artigos, post ou outros tipos de conteúdo).
• Reviews e avaliações.
• Votos enviados.
• Upload de fotos ou vídeos.
• Mensagens de texto enviadas.
• Enquetes respondidas.
• Documentos baixados.
• Inscrições renovadas, etc.
• Compra online e no PDV.
• Aumento de vendas.
• Uso de cartão de fidelidade.
• Cliques em páginas e banners.

Para utilizar essas métricas de forma precisa, é crucial que o Web Analystics seja capaz de rastrear interações online em um nível mais profundo do que o URL, diz o estudo.


Intimidade

É a afeição de uma pessoa por uma marca. É um pouco mais difícil de medir, mas pode ser feito através de:

• Afinidade de marca
• Taxa de satisfação
• Sentimentos mensurados em posts de blogs.
• Conteúdo de comentários em blogs e fóruns de discussão.
• Feedback de Call Center.
• Taxa de visitas na web que começam diretamente pelo site (sem nenhum direcionado de mecanismo de busca ou outro site referencial).

As fontes de dados para isso, diz o instituto, podem vir de serviços de monitoramento de marca ou buzz, respostas a pesquisas, grupos de foco, etc.


Influência

É a disposição de uma pessoa a advogar em nome da marca. As métricas de influência podem incluir:

• Fidelidade.
• Conteúdo passado adiante.
• Conteúdo marcado (tagged).
• Embeds de widget e vídeos.
• Amigos ou fãs em redes sociais.
• A taxa na qual o conteúdo se espalha.
• Índices de satisfação.
• Net promoter score (probabilidade de recomendação).


O framework apresentado acima é uma estrutura para mensurar o engajamento de forma geral. Enquanto a definição e as diretrizes oferecem clareza e uma base comum, as marcas ainda precisarão encontrar seus objetivos próprios e, consequentemente, seus indicadores e métricas. Uma marca de hotel, por exemplo, pode precisar de mais intimidade e influência do que de interação. Vai depender das características do seu mercado, do seu produto e da sua estratégia.

Muitas empresas fazem alguns pontos aqui sugeridos, mas de forma isolada. É essencial alinhar essas métricas em um só conjunto de medidas de engajemento para que haja sentido e fique fácil tomar decisões a partir delas.

Fonte: Carlos Vilela - blog chmkt

Se o produto ou serviço for de qualidade, só tem a ganhar, este artigo do Biz Report comprova que bons reviews alavancam negócios.

RatePoint: Reviews on websites increase traffic, trust and sales

Many consumers have their purchasing decisions affected by reviews they read online and online small businesses are seeing significant returns as a result of adding reviews to their websites.

by Helen Leggatt

A new survey from RatePoint found that, of the 30% of online retailers who featured product reviews on their website, 43% experienced more sales and 28% said they had received more traffic.

"Research clearly shows that peer reviews increase consumer trust when shopping online," said Neal Creighton, CEO of RatePoint. "Small businesses who have implemented reviews on their site are uniquely positioned to stand apart this holiday season as shoppers look to transact with sites and brands they can trust."

However, many online retailers are afraid to add reviews due to fears that they will do more harm than good to their reputation. Past research has found they have little to fear. On the whole, consumers are driven to post reviews by a sense of goodwill or altruism and savvy consumers that research and compare products online are able to sift through positive and negative reviews to reach their own conclusions.

At the end of the day, consumers expect transparency and dialogue, and retailers need feedback - good and bad. Encouraging reviews is a win-win situation whereas omitting the function altogether could do more harm than good. If consumers are going to talk about your brand, and no doubt there will be a conversation going on somewhere, where better than on your own turf?