A velocidade da web e a evolução colabrativa e "compartilhativa" online está deixando os blogs obsoletos, JÁ!?

Teens and young adults find blogging sooo last decade

A new report by the Pew Research Center finds that it's not hip to blog anymore as social networking sites become the "in" place to hang out.

by Helen Leggat

In 2006, just over a quarter (28%) of young Internet users, aged 12 to 17, blogged. It was "the" thing to do and some blogs became communities in their own right. However, that figure, according to Pew, has dropped to just 14% as social networking sites become the soup de jour.

Nowadays nearly three quarters of online teens (73%) and young adults (72%) use social networking sites such Facebook which, incidently, is celebrating its sixth birthday today. Even the number of those commenting on friends' blogs within social networking sites has dropped.

So, what's putting the youngsters off blogging? Is it too much hassle to set up and maintain a stand-alone blog when you can simply update a one-line status on a social site to an entire network? Perhaps bite-sized blasts of info and images are more desirable to youngsters nowadays rather than having to read through several paragraphs of text? Or is it simply that blogging has fallen out of the "cool" category now that the early bloggers are all grown up?

If the latter is true, then watch out Facebook. The rise in the number of its mature users has been well documented over the last 12 months. What happens when the hip young things decide having their parents, and even grandparents, hanging on their every status update and checking out their uploaded mobile phone images isn't cool?

I would offer the same warning to MySpace but, on the whole, the site, that can appear quite chaotic to older Internet users, doesn't attract quite the same number of mature users as Facebook and, therefore, maintains a much younger demographic.

Publicado por Bizreport em 05/02/2010

Ótimo post sobre Branding - cortesia CHMKT

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Como mensurar a relação das pessoas com a sua marca?

Cada vez mais, as empresas vem exigindo mecanismos para mensurar o desempenho da comunicação e do marketing. E as agências tem sofrido muito com isso. No entanto, as possibilidades de mensuração são várias. Dependem do objetivo da comunicação e do marketing, que se desdobrará em métricas e indicadores a serem utilizados.

O engajamento é uma linha de atuação que vem conquistando um espaço bem interessante. É uma proposta que vai além da venda, focando no ciclo de vida da marca. Engajamento, segundo o instituto Forrester – que lançou um report sobre o tema em 2009 – é o ‘nível de envolvimento, interação, intimidade e influência que um indivíduo tem com uma marca ao longo do tempo’.

O Fabiano Coura, da Neogama BBH, tem um e-book bem interessante sobre o tema, com 10 ‘mandamentos’ para desenvolver uma ideia engajadora, ou seja, que pode levar a esse tipo de resultado. Pra ler, é só clicar aqui. Vale a pena.

Mas como mensurar esse engajamento?

Não tive acesso ao material completo do instituto Forrester, que poder ser comprado aqui, mas, com a leitura de diversos artigos que encontrei no Google, resumi as possibilidades de métricas qualitativas e quantitativas para que você acompanhe o nível de engajamento do seu público com a sua marca. Vamos lá.

Envolvimento

É a presença de uma pessoa nos vários pontos de contato com a marca. Inclui métricas como:

• Visitantes no site ou aplicativo.
• Page views ou equivalentes por visitante.
• Tempo gasto por sessão.
• Visitas repetidas.
• Freqüência de visita.
• Assinaturas a publicações, e-mail, RSS, ou outros serviços.
• Uso de aplicativos mobile.
• Tempo vendo vídeos online.
• Visitas a lojas.
• Conhecimento de marca.
• Participação em eventos, ações de ativação e promoções.
• Consumo de conteúdo em geral (TV, rádio, etc).

Segundo o instituto, as empresas devem entender o envolvimento por uma perspectiva cross-channel, integrando dados de fontes online e offline – cruzando, por exemplo, Web Analystics, dados de inscrição em sites e pesquisas com consumidores com dados de audiência de terceiros, como Nielsen ou comScore.


Interação

É o conjunto de ações que uma pessoa toma enquanto presente nesses pontos de contato. Pode incluir métricas como:

• Ações dentro de uma página da internet.
• Número de vídeos assistidos.
• Contribuições em comunidades.
• Ratings (notas dadas a artigos, post ou outros tipos de conteúdo).
• Reviews e avaliações.
• Votos enviados.
• Upload de fotos ou vídeos.
• Mensagens de texto enviadas.
• Enquetes respondidas.
• Documentos baixados.
• Inscrições renovadas, etc.
• Compra online e no PDV.
• Aumento de vendas.
• Uso de cartão de fidelidade.
• Cliques em páginas e banners.

Para utilizar essas métricas de forma precisa, é crucial que o Web Analystics seja capaz de rastrear interações online em um nível mais profundo do que o URL, diz o estudo.


Intimidade

É a afeição de uma pessoa por uma marca. É um pouco mais difícil de medir, mas pode ser feito através de:

• Afinidade de marca
• Taxa de satisfação
• Sentimentos mensurados em posts de blogs.
• Conteúdo de comentários em blogs e fóruns de discussão.
• Feedback de Call Center.
• Taxa de visitas na web que começam diretamente pelo site (sem nenhum direcionado de mecanismo de busca ou outro site referencial).

As fontes de dados para isso, diz o instituto, podem vir de serviços de monitoramento de marca ou buzz, respostas a pesquisas, grupos de foco, etc.


Influência

É a disposição de uma pessoa a advogar em nome da marca. As métricas de influência podem incluir:

• Fidelidade.
• Conteúdo passado adiante.
• Conteúdo marcado (tagged).
• Embeds de widget e vídeos.
• Amigos ou fãs em redes sociais.
• A taxa na qual o conteúdo se espalha.
• Índices de satisfação.
• Net promoter score (probabilidade de recomendação).


O framework apresentado acima é uma estrutura para mensurar o engajamento de forma geral. Enquanto a definição e as diretrizes oferecem clareza e uma base comum, as marcas ainda precisarão encontrar seus objetivos próprios e, consequentemente, seus indicadores e métricas. Uma marca de hotel, por exemplo, pode precisar de mais intimidade e influência do que de interação. Vai depender das características do seu mercado, do seu produto e da sua estratégia.

Muitas empresas fazem alguns pontos aqui sugeridos, mas de forma isolada. É essencial alinhar essas métricas em um só conjunto de medidas de engajemento para que haja sentido e fique fácil tomar decisões a partir delas.

Fonte: Carlos Vilela - blog chmkt